Stereolinks


LCD Soundsystem – Sound of Silver (2007)
Agosto 2, 2007, 11:51 pm
Arquivado em: LCD Soundsystem

Álbum que mistura a marca-registrada de improvisações punk/funk/house de James com o tipo de melódicas ponderações que muitos não estarão esperando. De fato, a gentilmente psicodélica e angelicalmente cantada Never As Tired As When Im Waking Up (Nunca tão cansado como quando acordo) à parte de ser um título com que muitos de nós se identificam lembra surpreendentemente o White Album dos Beatles. Never As Tired é uma pequena canção de amor ou uma pequena canção de falta de amor, que pode surpreender alguns fãs dos lançamentos iniciais do LCD Soundsystem, mas nisso está a importância desse disco. LCD SOUNDSYSTEM é um álbum que transcende tendências e humores sem soar banal ou planejado.

LCD Soundsystem - Sound of Silver
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01. Get Innocuous!
02. Time To Get Away
03. North American Scum
04. Someone Great
05. All My Friends
06. Us v Them
07. Watch The Tapes
08. Sound of Silver
09. New York, I Love You But You’re Bringing Me Down



IAMX – The Alternative (2006)
Agosto 2, 2007, 9:17 pm
Arquivado em: IAMX

Electro-pop. IAMX é o nome do projeto solo de Chris Corner, o produtor e vocalista do Sneaker Pinks. Retrô e sexy, repleto de letras bastante eróticas, suas músicas tratam de assuntos desde morte, obscessão à bissexualismo e alienação à política.

IAMX - The Alternative
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01. President
02. The Alternative
03. Nightlife
04. Lulled By Numbers
05. Song Of Imaginery Beings
06. The Negative Sex
07. Bring Me Back A Dog
08. S.H.E.
09. Spit It Out
10. After Every Party I Die
11. This Will Make You Love Again



Cansei de Ser Sexy – CSS (2005)
Agosto 2, 2007, 6:16 pm
Arquivado em: Cansei de Ser Sexy

A editora é a mesma que lançou “Bleach” e consequentemente os Nirvana, nos finais dos anos 80. O nome da banda surgiu através de uma célebre frase de Beyoncé Knowles. E nunca o nome de uma banda refletiu tão mal a sua própria música. De fato, os Cansei de Ser Sexy (CSS) são muito sexys para possuírem tal nome. Os teclados que nos ligam imediatamente ao anos 80 e a voz de uma vocalista, que é inquestionavelmente a razão pela qual esta música é deliciosamente sexy, refletem “CSS” como uma das coisas mais refrescantes do ano no universo musical. “Let’s Make Love and Listen to Death From Above” é uma referência óbvia aos recentemente extintos Death From Above, a banda constituido apenas por um baterista/vocalista e um baixista. “Meeting Paris Hilton” é de audição obrigatória tal a forma como os CSS maltratam a menina favorita dos paparazzi. Muito provavelmente, se não fosse devido ao nome da banda nunca teria pegado na sensualidade da mesma para a crítica, mas que ela está lá é inegável!

CSS - CSS
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01. Fuckoff is not the only thing you have to show
02. Alala
03. Let’s make love and listen death from above
04. Meeting Paris Hilton
05. AlcohoL
06. Bezzi
07. Off the hook
08. Art bitch
09. Acho um pouco bom
10. Computer heat
11. Music is my hot sex
12. This month, day 10
13. Superafim
14. Poney honey money



The Knife – Silent Shout (2006)
Agosto 2, 2007, 5:57 pm
Arquivado em: The Knife

Dois anos após o lançamento de seu último trabalho, Deep Cuts, o The Knife, formado pelo casal de irmãos Olof Dreijer e Karin Dreijer Andersson, lança Silent Shout, a obra mais interessante da leva escandinava que tomou de assalto as paradas de todo o mundo nos últimos tempos.

O álbum começa com três deliciosas pancadas de baixa freqüência. Junto com a linha de baixo minimalista sobe aos poucos um arpejo (aqueles synths característicos do trance) caloroso que faz a música transbordar de melodia. Em seguida vêm as vozes de Karin, e aí o The Knife está com todos os protagonistas no palco esfumaçado e fantasmagórico de seu melhor álbum.

Silent Shout é cênico do começo ao fim, e seus ares teatrais não ficam apenas nas máscaras deformadas que a dupla usa ou nos shows super produzidos. Melodias que lembram algum ato circense dividem espaço com a voz da cantora, travestida ao longo das 11 faixas das mais diversas formas pelos filtros de Olof. Apesar da impressão de que em certos momentos há vocais masculinos, é sempre a pálida sueca por trás das letras belas e surreais.

Em “One Hit”, por exemplo, é quase impossível não imaginar um palco de teatro com fumaça e espelhos, de onde sai um monstro bonachão cantando com voz grossa e arrastada um blues macabro. “We Share our Mother´s Health”, o primeiro single lançado, começa falsamente IDM, mas logo ganha ares de hit com um baixo suculento, bateria que te obriga a arrancar o pé do chão, e duos vocais entre Karin e seus alter-egos vocálicos. O dinamarquês Anders Trentemoller foi um dos escalados para remixar a faixa, que nas mãos do cara virou um electro-house acelerado derretedor de pistas. “Like a Pen” também engana ao começar contida e tímida, só para explodir depois no refrão acalorado da cantora.

É tanta música boa que quando alguma track fica por minutos a fio preenchida apenas por synths flutuantes e esfumaçados, não é problema nenhum. Às vezes dá até pra lembrar de alguma faixa krautrock setentista onde a melodia é deixada de lado só pelo prazer de manipular freqüências sonoras e desafiar o termo “vendável”.

O álbum termina épico com “Still Light”. Uma nota contínua do sintetizador entra na música e só muda quando Olof coloca o pitch da nota pra baixo e pra cima. Além disso, no arranjo mais simples de todo o álbum, a voz de Karin entra mais uma vez irreconhecível, com ares de declamação.

Se algo mais legal foi lançado em 2006, provavelmente eu deixei de escutar. Não apenas pela sonoridade afiada e por reinventar essa mistura entre música e teatro, mas também por ser simplesmente delicioso de ouvir, Silent Shout é genial. É de fazer cruzar os dedos e desejar com força que os suecos se apresentem por aqui com toda fumaça e ilusão presente no álbum.

 
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01. Silent Shout
02. Neverland
03. The Captain
04. We Share Our Mother’s Health
05. Na Na Na
06. Marble House
07. Like A Pen
08. From Off To On
09. Forest Families
10. One Hit
11. Still Light



The Knife – Deep Cuts (2004)
Agosto 2, 2007, 4:43 pm
Arquivado em: The Knife

The Knife - Deep Cuts
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01. Heartbeats
02. Girls’ Night Out
03. Pass This On
04. One For You
05. Cop
06. Listen Now
07. She’s Having A Baby
08. You Take My Breath Away
09. Rock Classics
10. Is It Medicine
11. You Make Me Like Charity
12. Got 2 Let U
13. Behind The Bushes
14. Hangin’ Out
15. This Is Now (Bonus Track)
16. Handy-Man (Bonus Track)
17. Bridge (Bonus Track)