Arquivado em: Cat5
Em 1996, Kurt Sikora iniciou Cat5 como um projeto de gravação que introduziria um novo som combinando música eletrônica com alternativa. Em uma entrevista Cat5 respondeu que as influências da banda são Alanis Morrisette cantando com The Crystal Method e um guitarrista punk.
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01. Dansa Comigo |
Arquivado em: The Chemical Brothers
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01. No Path To Follow |
Arquivado em: White Rose Movement
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01. Kick |
Arquivado em: Giant Drag
Giant Drag é formada por Annie Hardy e Micah Calabrese. Eles se conheceram pois a Mãe de Annie e Micah trabalhavam juntos e a tal senhora sempre falava da filha pra Micah e sempre falava de Micah para a filha. Como forma de juntar os dois musicalmente. Annie sempre imaginou que o cara era um mala, ele sempre pensou que ela fosse uma Jewel wannabe. Depois de algum tempo se conheceram através de dois amigos em comum que passaram a namorar. Depois de algum tempo começaram a compor e etc… E eis que foi lançado o disco chamado “Hearts and Unicorns”, um disco bem interessante. Annie parece uma Cat Power na guitarra e sem timidez.
Ela fez um cover de “Wicked Game” de Chris Isaak, o melhor cover que eu já ouvi até hoje dessa música. Annie sempre conta uma historinha nos shows onde ela diz que o Chris robou a música dela na época em que eles namoravam (detalhe que quando a música foi lançada ela tinha 8 anos de idade): “Talvez ele esteja rolando na areia, cantando minha música, andando por aí em alguma árvore com alguma puta, cantando minha música. Ele me largou. Me deixou com nada além de um coração partido e um ímen partido, mas agora eu estou tentando reinvidicar o que obviamente é meu e dizer ‘foda-se Chris onde quer que você esteja’ “. Estou disponibilizando a música [ Giant Drag - Wicked Game ]
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01. Kevin Is Gay |
Arquivado em: Frou Frou
Frou Frou é um projeto do produtor Guy Sigsworth (que já trabalhou com nomes como Björk e Madonna) junto à cantora/compositora Imogen Heap.
Os dois, que já haviam trabalhado no excelente disco de estréia de Heap (I Megaphone), apostam em uma nova proposta musical. Tornam-se responsáveis não apenas pelas composições de Details, mas também por suas melodias. Misturando trip-hop e pop, criam um som contemporâneo que apresenta instrumentos de corda, efeitos eletrônicos, drum & bass – isso tudo conduzido juntamente a voz sensual de Imogen.
A primeira faixa do disco (“Let Go”) é uma mistura de elementos eletrônicos, arranjos de cordas e teclados com sobreposição de voz. Definir como uma balada eletrônica, não seria o suficiente.
“Breathe In”, o primeiro single, apresenta claramente a linha na qual o disco seguirá numa letra em que a questão do relacionamento está em jogo. Ao longo do trabalho, alguns arranjos ficam mais simplicados, porém sem perder o brilhantismo, como é o caso de canções como: “It´s Good to Be in Love” e “Maddening Shroud”. “Must Be Dreaming” tem uma batida constante acompanhada de um violão. Seu refrão é repleto de empolgação, numa letra em que a cantora pede para ser acordada, caso tudo o que ela estiver vivenciando/sentindo for apenas um sonho. Enquanto isso, o piano de poucas notas de “The Dumbing Down Of Love” funciona como um duelo entre o instrumento e os efeitos criados por Sigsworth, completam-se aqui em frases como: “Music is worthless, unless it can / Make a complete stranger / Break down and cry / And if I tell you / Lover alone without love”.
Em algumas faixas, fica claro a influência do trabalho de Björk em Details, porém são conceitos bem diferentes que estão em questão – além de que a islandesa é uma artista muito mais madura do que a dupla. As letras aqui trazem um pouco de angústia com pitadas de humor e desilusões amorosas.
Um disco que passou despercebido mas que você deveria fazer um esforço e pelo menos baixar alguma coisa. Graças as composições e performance da dupla foi uma das melhores estréias do ano de 2002.
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01. Let Go |
Arquivado em: Yeah Yeah Yeahs
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01. Gold Lion |
Arquivado em: DJ Tiga
Electro, Synth-pop.
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01. Welcome To Planet Sexor |
Arquivado em: Sem categoria
É uma das diretoras da editora musical Sub Static Records. MIA se tornou uma das mais conceituadas produtoras do ramo do Minimal/Techouse. Com esse álbum Bittersüss, percebe-se sua sensibilidade e seu vocal que é lindo, mas é claro que ainda prefiro a escorpião Miss Kittin, a princesa Ellen Allien e a sensual voz de Karin (vocalista do duo The Knife). O Bittersüss é o segundo álbum de Michaela Grobelny (MIA), e por favor, não confundam essa MIA pela a M.I.A. que produziu o álbum “Arular”.
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01. Self Control |
Arquivado em: Bloc Party
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01. Like Eating Glass |
Arquivado em: Bloc Party
A noite chega, o desejo de se divertir encontra-se com a perdição, a fome trepa com a vontade de comer. Considere um amigo nosso que vai para a balada, louco pra ficar loucão, que “se joga” profissionalmente, horrores. Na próxima noite, a mesma brincadeira pode já não ter mais tanta graça. O humor cede espaço para algumas reflexões, nosso amigo imaginário tende a ficar mais sério; o que não quer dizer menos legal. A ressaca costuma abrir espaço para que alguma humanidade submirja naqueles que vivem intensamente.
Quem já vivenciou intima ou proximamente essa experiência poderá compreender a beleza do novo CD do Bloc Party, A Weekend in the City, em processo de lançamento na gringa pela Vice Records, e por aqui pela Warner.
O vocalista Kele Okereke diminui a marcha do seu estilo gritante em comparação ao primeiro, Silent Alarm, de 2005. Num tom mais confessional, as letras, que agora cantam os encantos e desencantos com o ritmo alucinante do sucesso, com o Reino Unido, com a vida, vêm moldadas por arranjos vocais mais “operescos”, com direito a coros e falsetes, como na faixa de abertura “Song for Clay” e na música de trabalho “The Prayer”. “Waiting for the 7.18″, um discreto DB a la Aphex Twin, mostra uma banda querendo voar mais longe. A bateria de batidas quebradas continua, um pouco menos à frente na audição, mas ainda bem presente. E as guitarras continuam oitentistas e também futuristas, porém mais melódicas, menos sincopadas, como em “Hunting for Witches” e “Where is Home?”.
São características que fazem o BP tão legal quanto sempre foi e que em 2003 chamaram a atenção de Alex Kapranos, do Franz Ferdinand e do DJ da Radio One (BBC) Steve Lamacq, quando eles “descobriram” o grupo. Mas o clima triste das finais “Kreuzberg”, “I Still Remember”, “Sunday” e “SXRT” expõem uma indisfarçável cara de ressaca, de quem não está lá muito satisfeito nessa volta para a casa após uma longa turnê rock’n'roll.
A preocupação de Kele em fazer um disco de temática menos rasteira que o primeiro e mais sincera com seu momento pessoal talvez tire o BP das playlists das festinhas de rock. A não ser que A Weekend… seja remixado, como já foi Silent Alarm – o que seria uma boa pedida.
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01. Song For Clay |